segunda-feira, 20 de abril de 2009

Moisés


Foi só um tempinho juntos. Foram só uns dias pra um cuidar do outro. Só algumas corridas te vendo tropeçar nos próprios pezinhos. E que gracinha eram os seus pezinhos...

Espero ter te feito um pouquinho melhor. E o sorriso que você me fez sorrir tantas vezes, poucos humanos conseguiram.

Vai em paz, meu Moisezinho. Mujica. Lindo.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Será?

Quando a palavra trocada parece ficar pelo fio da navalha é que me sinto mais minha. Quando você dizia que eu havia sido feita pra você, eu te desprezava e ria.

Mas são tantos momentos polidos e um zelo tão grande por não ferir o que me tem que tenho me distanciado do que é meu.

É tanta proteção. É tão moldado. É tão preocupado.

Será que deveria eu ter ouvido você?

Veremos. Mas vivamos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

28 de Março

Há um ano, eu trocava as primeiras palavras com aquele que mais me ouviu até hoje, que eu mais gostei de ouvir e que eu quero por todos os outros anos aqui, do lado.



Te adoro, meu amore.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Ao meu blog

Eu vim aqui apenas dar um abraço no meu Palavreando, que foi o comecinho do que talvez eu faça pelo resto da vida: escrever.

Meu querido blog, obrigada pelo ombro, pelos desabafos e pelos choros que me zelou (e ainda vai zelar).

Mas agora é hora de sorrir e ir além.

=]

Vivamos!

domingo, 15 de março de 2009

Tudo acaba, meu amigo.
Tudo.

sábado, 14 de março de 2009

Se não der, esqueça.

Letra de música aqui é raro. Mas essa letra merece...

"Eu conheço o medo de ir embora
Não saber o que fazer com a mão
Gritar pro mundo e saber
Que o mundo não presta atenção
Eu conheço o medo de ir embora
Embora não pareça, a dor vai passar
Lembra se puder
Se não der, esqueça
De algum jeito vai passar
O sol já nasceu na estrada nova
E mesmo que eu impeça, ele vai brilhar
Lembra se puder
Se não der esqueça
De algum jeito vai passar
Eu conheço o medo de ir embora
O futuro agarra a sua mão
Será que é o trem que passou
Ou passou quem fica na estação?
Eu conheço o medo de ir embora
E nada que interessa se pode guardar
Lembra se puder
Se não der esqueça
De algum jeito vai passar"

Estrada Nova, Oswaldo Montenegro.

Eu não tenho saudade de nada.

Tudo está vivo o suficiente pra me certificar de que é presente.

Nada foi deixado pra trás. Carregamos tudo conosco, pra onde formos, de onde quer que estejamos.

Eu não tenho saudade de nada.