segunda-feira, 26 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Mas que grande!
Mas que bobagem, hein? Perder a vida enquanto é jovem em prol de um futuro que, se chegar, te encontrará velho e desalinhado...
Mas que grande circo da vida.
Mas que grande circo da vida.

Pouco a pouco, todos meus fantasmas caem na minha frente, estúpidos e afoitos.
O que sobra quando vão embora é que, pouco a pouco, vou equacionando em parcelas de ódio cada um que me trouxe o medo, que me tirou a paz e sepultando não os fantasmas, mas os humanos que me fizeram lembrar que eles existem.
Recebam todo meu ódio, sofrivelmente gritado.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Ando meio perturbada, meio mal alimentada, passando os dias com dores diversas. Não sei qual é o mal que dá origem a tudo isso, qual personagem devo matar nessas angústias, mas penso o tempo todo e ando perturbada.
Devem ser aqueles lá, do lado de lá, do lado de cá. Também deve ser a promessa do canudo em tão curto prazo, ironizo.
Sei lá, mas sejam eles ou o tal do Fermat, eu ando muito perturbada.
Que passe.
Devem ser aqueles lá, do lado de lá, do lado de cá. Também deve ser a promessa do canudo em tão curto prazo, ironizo.
Sei lá, mas sejam eles ou o tal do Fermat, eu ando muito perturbada.
Que passe.
terça-feira, 27 de abril de 2010
É mentira

Não acredito mais nas minhas verdades. Ah, nunca foram tão sinceras comigo.
Muitas vezes me fiz triste por coisa nenhuma, por pura frescura que ganhou corpo e me pos alí. No canto. No fundo do canto que demorei pra sair.
Então não acredito mais em nada com tamanho fervor, ou profundo amor, ou o que for. Não será verdade. Será só o pensamento que veio e não foi.
Tenho tentado deixar a casa em dia. Mas não sei jamais de onde é que devo tirar o pó ou onde devo colocar mais.
Prefiro esquecer, se tiver a escolha. Seja boa ou seja ruim, uma história esquecida vale mais dias de vida.
Se for o caso, você me conta de novo e a gente ri de novo. Se não, que vire nada o que eu tinha pra chorar.
E vai que vai.
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E por falar em vai-que-vai, hoje me lembrei de um casal oriental que namorava lá na escola. Eram tão sem graça aqueles dois... mas duraram anos! E hoje em dia eu ainda me lembro do "casal devagar e sempre" e não só isso: eu admiro os insosos.
Porque chega de tempero nas relações.
Hoje em dia o negócio é fazer virar.
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