segunda-feira, 6 de junho de 2011

Pode me ler?

Eu não sei mais como dizer
Mas estou aqui pra tentar
Porque eu queria dizer mais uma vez
E de vez
Como eu gosto de você

Queria agradecer o amor
O afeto
O desejo de estar comigo
O desejo que nos fez chegar até aqui

Queria não te mostrar meus erros
Queria engoli-los num lance de sorte
Porque eu precisava te mostrar que eu sinto isso

Eu não posso usar mais minhas lágrimas pra qualquer coisa
Mesmo que elas insistam em cair
Eu preciso deixá-las intactas ao nosso fino, finíssimo trato
Porque elas sempre falam como querem falar agora

Quando não consigo realmente dizer o quanto eu te amo
O quanto eu te quero
O quanto eu te admiro
O quanto eu estou disposta a te fazer feliz
Eu recorro a coisas velhas
Como palavras batidas numa declaração de amor escrita entre sorrisos e lágrimas, felizes

Meu amor, meu grande amor
Minha vida é feliz
Eu sou feliz
Eu te quero feliz
E
Obrigada por esse começo estupendo...

Vivamos juntos! Eternamente juntos!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Me ajuda?

Deus me livre da busca infinita e impiedosa. Deus me tire desse lugar, desse buraco que não comporta minha vontade. Que a maior das forças de expressão me deixe forte pra continuar me deixando forte. Que eu minimize as recaídas, e que quando elas vieram, deixem um esfolado facilmente resolvível. Que a intolerância seja com os meus erros, e só com eles. Eu poderia dizer que não mereço pedir nada, mas eu poderia dizer quantas vezes tentei ser melhor pra mim e para eles. E por tudo o que dizem, eu poderia afirmar que serei atendida.

Que Deus me entenda.

Vivamos.

terça-feira, 19 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Clap clap clap

Eternamente, jamais manterei os olhos intactos diante de alguém que perdeu a mãe.

Pra mim, não há tristeza mais dolorida que a de ver os que precisam juntar os cacos e sorrir e andar e produzir enquanto é dia, pra de noite chorar a verdade na cama.

Pra mim, são tocantes os que conseguem.

Mas por mim, poria tudo no colo e traria o ninho indissolúvel do mundo da lua pra perto.

Vivamos.

segunda-feira, 4 de abril de 2011


Controlar a raiva pra quê? Nunca adiantou nada tentar se equilibrar nas próprias ondas, se ajustar na mesma reta, andar lado a lado, oferecer a mão, o pão, nada. E nem nunca vai adiantar, nem comigo nem com ninguém. As pessoas são mais fortes que as coisas boas que fazemos por elas. Elas são ruins o suficiente pra esquecer tudo quando lhes convem. Eu, essa agora.
Depois de todas as risadas, as esperanças e as palavras trocadas, a vida vai continuar a mesma. Nem melhor nem pior. E se melhor fica, muitas razões além teria.
No fim, é tudo a mesma coisa.

Pro inferno!

segunda-feira, 21 de março de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

E gozar daquela nostalgia era a forma mais silenciosa, cruel e tola de machucá-lo. Por vingança à dor que lhe causou à própria paz.

E enfia a crase no cu.

Vivamos.