terça-feira, 20 de novembro de 2007



"E eu dedico minhas rosas à ninguém porque não há ninguem que me ajude a ver uma razão que nós precisamos...”

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Sobre palavrear
















Palavras só pela arte de palavrear। Sem intenção alguma além de preencher uma noite que não tem amigos por perto। Mas mais que isso। Mais। O exercício da única paixão। Escrever foi o melhor jeito quando descobri que falar não implicava em ser ouvida.E quer saber? Um pedaço de papel ou uma caixa de texto me apetece.




Voltando pro mundo real.
Que é real pra mim e mais ninguém.
Aquele em que as miudezas me fazem boba!
O mundo da minha casa, da minha paixão, do meu filho que ainda virá, dos meus detalhes...
Lamento contrariar, mas... eu insisto em ser feliz!

Baci.



"Mas há uma outra razão que explica a elevada reputação das Matemáticas. É que elas levam às ciências naturais exatas uma certa proporção de segurança que, sem elas, essas ciências não poderiam obter."

Albert Einstein

Pra te falar...

E então eu voltei... e tudo então que eu pensei aconteceu. O canto que escolhi pra ser meu, parece que é mesmo!
Meus amigos estão por perto. Meus amores ficaram longe (e eu tento descobrir se me fazem alguma falta)...
Minha mãe me liga todos os dias e passa pela voz, às vezes um pouco chorosa, que amor igual ao dela ninguém nunca sentiu por mim. E eu me mantenho, com a voz de sempre, nunca tão explicitamente apaixonada como a dela, mas sempre dando as velhas broncas - "Mas eu já não disse que não é pra você jantar bolachas, mãe?" rs... E eu já consigo sorrir com saudade... saudade de filha... saudade que eu quis.
E então eu voltei... E vi todos os meus cantos de novo, todo o pequeno espaço que me faz sentir tão grande.
E se não pude orgulhar o cara, eu só posso sentir muito... Mas o que eu procurava era exatamente o que eu achei, e em momento algum pude pensar em você. Não deu tempo. Pensei por todos aqueles minutos em que não o fez por mim.
E agora sou eu quem não quer mais. Eu que não quero mais seu mais devoto amor. Já foi triste, mas hoje é com orgulho que encho a boca para dizer que rejeito tudo que possa querer me dedicar. Engula suas palavras, e misture-as ainda mais ao seu jeito triste de enxergar seu mundo, meu mundo.
E então estou aqui, sem esperar nada de quase ninguém. E é daqui que mando meus beijos aos grandes amigos, aos amores perdidos, à bonita mãe, ao cara...
Vivamos!

Brindemos!


E todas as relações tendem ao fim. E todas as tentativas tendem a se frustrar.
Não há mais o que esfumaçar, não há sentimento a sentir, não há sonho pra se embasbacar.
E não há amor para lutar, não há remédio para acordar, não há nada além de mim.
Porque acabaram as chances a serem dadas. Caíram as esperanças. Morreram os homens que me fizeram pensar. E não vou dizer tchau sem ter dado as boas-vindas.
Se não há o que esperar, não espere. Se não há com o que jogar, não jogue. Pobre assim. Pobre como é a verdade. Fria. Porque se for bonita, é só contar por quantas mentiras ela foi formada.
E não é a rima a rainha do texto. É a clareza. Tão sincera que não consegue fazer doer. E foi-se o tempo em que ela soube me tremer de medo. Hoje, eu só tremo se apagarem as luzes.
Porque é nobre a sinceridade. E não há mais nada que possa atrair.

Brindemos ao fim de tudo.

Hollow Years















"Ele é o tipo de homem
Que você ouve falar
Que deixa a família dele por
Um meio fácil
Eles nunca viram os sinais
Ele nunca disse uma palavra
Ele não pôde ocupar outro dia
(...)

Ela não é o tipo de menina
Que você ouve falar
Ela nunca quererá outro
Ela nunca estará sem
Ela lhe dará todos os sinais
Ela lhe contará tudo
Então se vire e vá embora"