segunda-feira, 27 de outubro de 2008


Se eu tivesse que escolher algo pra acreditar eu escolheria os anjos. Não sei se estariam comigo, se deveria chamá-los em algum momento ou se me tornariam a vida mais leve. Mas seriam eles os escolhidos.
E por todas as vezes em que eu pensar em um anjo pra acreditar, meu peito vai apertar e eu sei que vou chorar. De todas as minhas memórias, a que eu sei que vai doer. A mais minha. A única que eu deixei.
E nunca vou cansar de te buscar. Porque trazer-te de volta é a razão. O peito apertado dói, mas é uma dor tão justa... E eu pago por você.
Se eu pudesse acreditar em alguma coisa, eu acreditaria nos anjos.
Minha vida. Minha paz. Minhas noites e meu sono.
Com todos eles eu vou te reparar. Mas viva. Viva em mim porque eu vivo por você.

Vivamos.

sábado, 18 de outubro de 2008

Sobre as coisas bonitas

Eu queria palavras bonitas aqui. Mas as coisas bonitas eu não sei escrever ou não é sempre que sai...

As coisas bonitas são os sorrisos que eu dou. São elas alí, quando meus olhos fecham e sentem saudade. Quando meu coração aperta de tanto gostar.

Existem coisas bonitas aqui. E são nossas as coisas.

Vivamos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

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Ruim. Talvez eu seja essa.
Doente. Talvez seja assim.
A onda que cobre o corpo nuns intantes tão meus, já traz o choro certo como ponto final. Final... Ponto. Parágrafo. Tudo outra vez.
Eu já não sei mais como definir. Mas eu me sinto assim vezes demais. E é tudo sempre igual. Porque a onda vai trazer o choro. E você, ele ou qualquer outro vai trazer a onda.
É pra acostumar. É pra se entregar. É pra sentir que lágrimas de ódio caem aqui. Elas caem aqui!
Mas vou tentar sempre juntar esses momentos. Vou tentar sempre. Tentar juntar... ah, eu não sei mais...

Vivamos!!

sábado, 11 de outubro de 2008

Le petit prince

"-Teria sido melhor voltares à mesma hora - disse a raposa. - Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos."

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Sentimental

Eu quero pegar na sua mão. Quero beijar seu olho quando ele fechar sorrindo com vergonha. Quero sua mão na minha cintura e a minha mão em cima da sua. Quero sua voz aqui atrás... Arrepiando minha alma. Seu humor virando risada na minha casa. Quero domingo com você. Quero sorvete à tarde. Quero suar e sorrir sem dizer nada. Quero a luz certa acesa. Os acordes certos pra te olhar. O sentimento certo pra consumar. Eu quero não acreditar no que estou vendo. Eu quero tudo o que eu te digo. Porque as palavras são o que nós temos. É minha arma. É a melhor parte da minha vida.Tudo que tem seu nome é mais bonito. Tudo que me dá medo é porque quer mais. Quer bem mais.
Palavras pra você.
Porque de tudo isso, o que eu mais quero é te mostrar que o mais importante, pra mim, é você existir.
"Together we're invincible"

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sem medo de ser infeliz

Porque por muitas vezes me resguardo e resguardo a você de ler mazelas de quem não convence. Pois agora sinto tamanha indiferença a tudo que me cerca que nada pede pra ficar em segredo.
Porque não sei mais como ver os dias sem essa maldita angústia que me enforca com uma frequência tão maldosa a ponto de me dar sono, e me fazer achar, como que um gracejo da dor, que quero dormir. Não. Essa merda não é sono! É só aquilo que te mantém vivo. Que te joga na cama e manda você ficar alí, viva. Que te sobrevive!
Se eu pudesse escolher, eu escolheria não estar aqui.
A realidade é que eu amo algumas pessoas. Que eu quero todas elas com saúde. Mas eu não queria estar aqui. Eu as deixaria se isso não lhes causasse muita dor. Mas o amor que me dedicam me prende. O amor que dedico à eles vez ou outra é o que me enforca. O que me sufoca. É isso que me faz não querer mais. É pesado. Dá medo. É vazio. É forte e é meu. É só meu, porque só eu sei sentir. E com a mesma força que amo, odeio tudo isso. Sim, não sei. Não aprendi. O aprendizado não chegou pra mim, ainda que esforçada. Mas cansada agora.
Então vou novamente deixar pra lá. Mas dessa vez com a certeza de que será pra sempre assim. Esteja quem estiver do lado.
Vivamos. Enfim.
Cíclico como são os fatos.

"Você acredita muito e se entusiasma tentando achar algo. Depois cai na real e entra em depressão. Aí volta ao normal..."

Qual o normal que se quer?